Erlend Oye e seu quinteto nórdico são queridos pelo mundo eletrônico. Não só por sua parceria com DJs como Phonique e coletâneas dançantes, mas porque essa banda de indie/soft (electro)rock cria de maneira orgânica boas canções que agradam clubbers cansados e roqueiros DJs. Esse segundo álbum é uma evolução notável, funkeada e adulta, canções discutindo o amor racional. A melhor faixa é “Courage”, onde o trabalho de voz de Oye se destaca do baixo macio e da guitarra ocasional – dizem que o álbum saiu depois de poucas jam sessions. Baladas como “Gravity” são boas para dançar a dois, e “1517” vai animar a festinha. Um dos discos do ano.